Quinta, 26 de Novembro de 2009
Arquivo Diário
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Publicado por Fausto Junior em 26 Nov 2009 | sob: Notícias
O Na Cena é uma revista diária de três minutos retratando o melhor e o pior do Festival de Brasília. Iniciativa de Raul Moreira e Cassio Saderr, na Cena á uma realização da TVE de Salvador. O seu conteúdo também é veiculado em diversos portais.
Veja como foi a premiação para Filhos de João - Adimirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas.
Veja os outros nove programas em www.youtube.com/user/PgmNaCena
Publicado por Fausto Junior em 26 Nov 2009 | sob: Notícias
fotos: A Tarde

Henrique Dantas, diretor de “Filhos de João”,
comemora ao lado de Moraes Moreira
João Carlos Sampaio, de A TARDE
www.cineinsite.com.br/materia/materia.php?id_materia=9909
Com uma popularidade incontestável, o grupo Novos Baianos, tema do documentário “Filhos de João”, de Henrique Dantas, foi celebrado com fervor pela cinéfila plateia do 42º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília.
O filme foi escolhido como o melhor do evento, segundo o júri popular, e ganhou ainda outros três prêmios. Foi superado apenas pela ficção “É Proibido Fumar”, de Anna Muylaert, grande campeã da mostra, que levou nove láureas.
Durante a festa de premiação, que terminou somente nos primeiros minutos desta quarta(25), a plateia fez coro para o cantor Moraes Moreira, que subiu ao palco com Henrique Dantas, sempre com grande ovação do público presente no lotado Cine Brasília, na capital federal. À capela, Moraes entoou: “Eu ia lhe chamar, enquanto corria a barca”, o auditório foi atrás.
Além do troféu dado pelo público, o filme de Dantas, cujo subtítulo é “Admirável Mundo Novo Baiano” (menções indiretas ao grupo e a João Gilberto), abiscoitou o Prêmio Especial do Júri (espécie de vice-campeonato) e um Candango especial, pela utilização de material de pesquisa.
Levou também o Troféu Vagalume, concedido pelo público portador de deficiência visual (eles “assistem” os filmes por meio de audiodescrição).

Melhor filme
Para o júri oficial e para a crítica, “É Proibido Fumar” foi o melhor filme do Festival de Brasília. Com voz embargada, Glória Pires, que foi a protagonista, levou o troféu de Melhor Atriz. Seu colega de cena, o músico (e cada vez mais ator) Paulo Miklos, ganhou como Melhor Ator, mas não estava mais em Brasília para receber a láurea.
Dani Nefussi, também do elenco de “É Proibido Fumar”, ficou com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante. “É Proibido Fumar”, que tem estreia prevista para a próxima semana, ficou ainda com os troféus de Melhor Roteiro (Anna Muylaert), direção de arte, trilha sonora e montagem.
O filme trata de um relacionamento amoroso envolvendo os personagens de Glória Pires, uma fumante solteirona à procura de um amor, e Paulo Miklos, um novo vizinho que está descasado, mas detesta cigarro.
“Quebradeiras”, documentário de Evaldo Mocarzel, sobre as quebradeiras de coco babaçu do Maranhão e Tocantins, levou três candangos: Melhor Direção, Som e Fotografia. Enquanto que O Homem Mau Dorme Bem, de Geraldo Moraes, deu o prêmio de ator coadjuvante a Bruno Torres, filho do diretor.
Curtas
Entre os curtas-metragens só deu Pernambuco, dez prêmios no total. O barroco “Ave Maria ou a Mãe dos Sertanejos”, de Camilo Cavalcante, foi apontado como melhor filme e ganhou outros dois troféus. Já “Recife Frio”, de Kleber Mendonça, rendeu o prêmio de Melhor Direção e outras seis láureas.
O curta baiano “Carreto”, de Cláudio Marques e Marília Hughes, saiu de mãos abanando, mas o terceiro representante da Bahia, o filme digital “Apreço”, de Gabriel Trajano, foi lembrado na categoria direção de arte, assinada por Henrique Dantas (o mesmo diretor de “Filhos de João”).
Dantas volta para Salvador com o sobrepeso de quatro Candangos (e um Troféu Vagalume) na bagagem.
Confira a lista de premiado do 42º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília.
Publicado por Fausto Junior em 26 Nov 2009 | sob: Notícias
Do A TARDE ON LINE

O filme do cineasta baiano Edgard Navarro “Eu Me Lembro” (2006) foi um dos nove filmes contemplados pelo programa de apoio à distribuição internacional para filmes brasileiros, que oferece suporte financeiro a distribuidores internacionais para gastos com propaganda e marketing no lançamento de filmes nacionais no exterior.
“Eu Me Lembro” será distribuido na França pela Armazem Distribuition, que também será responsável pelo lançamento do filme “Durval Discos”, de Anna Muylaer, nas salas de cinema da França.
Para cada lançamento, as distribuidoras em cada país receberão um apoio de US$ 25 mil, sendo US$ 15 mil do prêmio financiado pelo Programa Cinema do Brasil e Apex-Brasil. Os US$ 10 mil restantes serão doados pelo Ministério das Relações Exteriores por meio da Divisão do Audiovisual.
Segundo Sylvia Abreu, produtora do filme “Eu Me Lembro”, a previsão é que o primeiro longa-metragem de Edgard Navarro entre em cartaz na França em 2010.
Confira a lista completa de filmes que receberão o apoio para distribuição fora do Brasil.
Publicado por Fausto Junior em 26 Nov 2009 | sob: Notícias
A restauração do filme, no valor de R$960 mil, será financiada pelo Fundo de Cultura da Bahia, através de convênio com a Associação Baiana de Cinema e Vídeo (ABCV), que coordenará a execução do projeto.
Neste ano em que Glauber Rocha completaria 70 anos, um convênio da ABCV com o Tempo Glauber, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, a Cinemateca Brasileira e os Estudios Mega vai restaurar o longa O Leão de Sete Cabeças, filmado no Congo em 1970.
O convênio foi formalizado na segunda-feira, 23/ nov, durante o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no Hotel Nacional, com a presença do secretário de cultura da Bahia, o diretor teatral Márcio Meirelles, a diretora da “Coleção Glauber Rocha”, Paloma Rocha, a chefe de gabinete da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado, e a vice-presidente da ABCV, Tenille Bezerra.
Em nome da diretoria da ABCV, Tenille Bezerra explicou a proposta de gestão colegiada da entidade como tentativa de ampliar as possibilidades de atuação da associação a partir do perfil dos diversos diretores envolvidos.Agradeceu a Lula Oliveira pela gestão anterior, quando viabilizou a realização deste projeto através da ABCV. Tenille completou dizendo que “para a associação era uma honra fazer parte desse processo, e que nosso papel, além da gestão do projeto enquanto proponentes, seria o de mutiplicá-lo em inúmeras ações voltadas à capacitação e orientação do nosso mercado no que diz respeito à preservação e restauração da nossa produção artística/cultural, afinal isso nos possibilita compreender e construir a identidade de uma nação.”
Veja matéria em A Tarde:
“O Leão de Sete Cabeças”, filme de Glauber Rocha de 1970 rodado na África, ganha restauração
Veja matéria no PlugCultura, da SECULT:
A Volta do “Leão”: Afro-filme de Glauber é restaurado pelo Governo baiano