Outubro 2008
Arquivo Mensal
Arquivo Mensal
Publicado por Fausto Junior em 29 Out 2008 | sob: Notícias
Roberto Midlej, do A Tarde on line
www.cineinsite.com.br/materia/materia.php?id_materia=8337
Tuna Espinheira, cineasta com longa estrada no cinema documental, se prepara para lançar comercialmente, na próxima sexta-feira(31), seu primeiro longa de ficção, “Cascalho”, que teve pré-estréia nesta terça(28) para convidados no Multiplex Iguatemi.

Baseado no livro homônimo do romancista baiano Herberto Sales (1917-1999), o filme foi rodado na Chapada Diamantina e é passado na década de 1930, últimos momentos da era de colheita de diamante. Segundo o próprio Tuna, que é diretor e roteirista do filme, a produção é uma espécie de mural das relações entre os “coronéis” e os garimpeiros.
A realização do longa, que tem no elenco atores como Harildo Déda e Othon Bastos, só foi possível graças ao edital de roteiro Fernado Coni Campos, vencido em 2002. Na ocasião, o filme recebeu cerca de R$ 1,1 milhão, verba insuficiente para finalizar o projeto. A luta para que a produção chegasse às telas levaria ainda seis anos e consumiria mais cerca de R$ 400 mil. Mas, segundo o cineasta, para fazer o filme, seriam necessários pelo menos R$ 3 milhões.
Trailer de Cascalho
Em entrevista ao repórter Roberto Midlej, Tuna fala sobre “Cascalho”, mas não deixa de se manifestar contra o sistema desigual de financiamento para a cultura. “As leis [de incentivo] não são democráticas. Um ou outro consegue furar o esquema, por vivacidade ou maior charme, mas são exceções”, reclama o diretor, que em dezembro completa 65 anos e já está em nova batalha: tenta obter recursos para passar de vídeo para película seu mais recente documentário sobre Bel Borba.
A TARDE - Como surgiu o interesse pelo livro “Cascalho”?
Tuna Espinheira | O livro sempre esteve na minha cara, porque, na biblioteca de meu pai, estava num lugar muito visível. Na minha casa, as pessoas liam muito, então meu conhecimento é do meu começo de adolescência. Quando Herberto Sales [o autor] veio fazer a comemoração de 50 anos de publicação, eu disse a ele que queria fazer um roteiro e ele disse: ‘Faça e me mande’. Fiz, mandei e ele aprovou. Para mim, o filme começou nesse dia. Aí, fui atrás de leis de incentivo, corri aqui e ali, na Bahia e fora do Estado. O roteiro chegou a ir pra Fortaleza num… como é que eles chamam isso? Um seminário que tem um nome americano…
AT | Workshop?É! Não sei pra que essas coisas em inglês! Escolheram seis projetos e o meu foi um dos escolhidos. Isso foi ainda antes da retomada [que teve o início marcado pelo lançamento de “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”, de Carla Camurati, de 1994]. Nunca tivemos o menor aceno da lei de incentivo. Só anos depois ganhou o edital de concurso de roteiro Fernando Coni Campos, de R$ 1,1 milhão. Evidente que esse valor jamais daria pra fazer o filme. O edital foi de 2002 e filmamos em 2003. O valor é baixo, mas fizemos com racionalização. Eram apenas 30 dias úteis pra fazer o filme.
AT | Quais foram as dificuldades enfrentadas durante as filmagens?
Tinha especialmente três aspectos que dificultavam. O primeiro é que era um filme de época, passado na década de 30, com aquelas suntuosidades. Além disso, havia problema na captação direta de som e tudo foi filmado próximo à cidade. O filme não tem um fotograma sequer sem som direto. Outro problema foi filmar embaixo da terra. A cena da gruna foi toda iluminada com tocha.
AT | Adaptar um livro para o cinema sempre suscita comparações com a obra original. O senhor foi fiel ao livro?
O filme é uma espécie de mural daquela realidade de 1930 entre garimpeiros e coronéis. Evidentemente, isso é tirado do livro, mas fiz questão absoluta de colocar uma adaptação livre do romance de Herberto Sales. Quando me perguntam se tem isso ou aquilo do livro, eu digo: ‘Se quiser reler o livro, puxe na estante ou vá num sebo’. Livro é livro e filme é filme. O filme é uma adaptação que fiz com todo respeito à obra original, mas não vá ler o livro na tela porque não tem nada a ver.
AT | O senhor tem uma experiência de mais de 35 anos com documentários. Por que levou tanto tempo para fazer um longa de ficção? Foi desinteresse ou falta de oportunidade?
Para mim, cinema é cinema em qualquer tempo, em qualquer bitola. Pra mim, não faz diferença. Eu podia levar a vida inteira fazendo curta ou média, sobretudo no campo do documentário. Mas eu sabia das dificuldades para fazer um longa de ficção. Todo filme barato é muito caro. Já foi dito que cinema é coisa de rico. Hoje, você pega um telefone, agora com essas leis, liga pro marqueteiro de plantão e, se for o caso, para o diretor da empresa e diz: ‘Tô chegando aí com meu projeto’. E eles não querem nem saber. Não existe julgamento de valor. O que interessa é a capacidade que você tem de chegar lá e isso tá loteado. Eu não ia fazer o filme se não fosse esse prêmio do governo do Estado. Eu não iria, eu não tenho charme pra isso.
AT | Qual foi o orçamento deste filme?É difícil dizer exatamente, afinal, ele acabou tendo alguns ‘penduricalhos’. Teve R$ 1, 1 milhão do Estado, R$ 200 mil do Ministério da Cultura, R$ 40 mil do Fundo de Cultura para o som Dolby e para fazer duas cópias e mais R$ 25 mil de origem particular. E a Assembléia Legislativa entrou com mais R$ 10 mil para fazer os trailers do filme. Dentro de um projeto de pessoas com a cabeça no lugar, não poderia sair por menos de R$ 3 milhões. Todo filme brasileiro é feito com capital do governo. A Globo, quando produz filmes, não gasta um tostão sequer. Usa o poder através da lei de incentivo, que é a renúncia do governo. É tudo governo! Quando mandam para festival, quem paga é o governo. Isso não é democratizado, está loteado, tem um grupo que domina. As leis não são democráticas. Tem gente aí que nunca fez cinema e está fazendo filme de R$ 5 milhões, porque as leis de incentivo são uma maravilha.
AT | O fato de estar na Bahia diminui a possibilidade de conseguir um financiamento?
Claro que sim. É o que a gente chama de periferia. Mas, depois da gestão de Gilberto Gil, descentralizou um pouco, mas ainda não resolve. Não podemos deixar de dizer que houve mudança. Hoje, em qualquer concurso, é obrigado que algumas regiões tenham participação, pois há uma cota. As pessoas ficam horrorizadas com as cotas, mas aqui tem que ter cota mesmo. Ou a cota fica pra burrice, pro mau caráter e pro filhotismo? Filhotismo tem em toda área: política, cultural…
AT | O senhor usou as leis de incentivo?
A gente tinha esperança de conseguir alguma coisa, mas não conseguiu um tostão sequer. Nada! Tentamos todas as leis, mas é como eu disse. As empresas de porte que sobraram após as privatizações têm lá o porteiro kafkiano e para passar por ele você tem que ter o famoso cartão que atesta que você é filho de fulano. Aí, tem o marqueteiro da publicidade, que dita a estética hoje de todos esses lugares e ainda tem o diretor da empresa que recebe aquela folha já selecionada pelo marqueteiro e, em última instância, é ele que decide. Essas são pessoas humanas inatingíveis pela maioria das pessoas, mas não por esse grupo que consegue chegar lá.
AT | O senhor tentou captar por meio de que leis?
A Lei Rouanet e a Lei do Audiovisual. Não pude usar o Fazcultura porque o filme já havia sido premiado pelo Estado no edital. Andei dois anos, agora, com a carta do Fazcultura debaixo do braço para conseguir recursos para outro filme, para transformar meu documentário O Bruxo Bel Borba em película. Consegui a carta, mas não consegui o dinheiro em canto nenhum. O que importa é ter conhecimento.
AT | Qual o papel do Estado no fomento à cultura?
A cultura é uma questão de Estado em qualquer parte do mundo. No caso do cinema, isso é mais que visível. Você pega, por exemplo, Almodóvar, que tem Oscar e tudo, tem trânsito em todo o mundo e você vê a abertura do filme, está lá: “Com la participación de…” Então, o governo espanhol está lá. No cinema francês, da mesma forma. A Alemanha também só faz cinema assim.
AT | Os Estados Unidos talvez sejam a única exceção.
Eles são os donos do pedaço. O empresário de lá sabe que o cinema dificilmente entra pelo cano em termo econômico. Mas também há um amparo. E existe o imperialismo americano no mundo todo. Você chega em Paris e vê isso: 70% ocupados pela produção americana, na Alemanha, na Itália… Só não é assim na Índia, maior produtor de cinema do mundo. Mas a cultura é questão de Estado. É item essencial, mas não pode é promover orgias. O Estado depende da cultura. Um filme brasileiro bem colocado lá fora faz melhor que metade dos embaixadores. A Bahia é conhecida através de Jorge Amado, Dorival Caymmi… Não é por causa de governo nenhum. É a cultura que transpõe o país.
Publicado por Fausto Junior em 29 Out 2008 | sob: Notícias
EDITAL DO CONCURSO PARA DOCENTES - CINEMA E AUDIOVISUAL
Faculdade de Comunicação
Departamento de Comunicação
1 – ÁREA: Cinema e Audiovisual
1.1. Teoria, História e Linguagem do Cinema
1.2 Processos de Realização de Filmes e Produtos Audiovisuais
2 - VAGAS - Duas (2) –
3 - PERFIL DO CANDIDATO –
Doutor em Cinema ou em áreas afins (Artes e Humanidade);
Graduação em qualquer área.
4. REGIME DE TRABALHO –
Dedicação Exclusiva
5. CLASSE DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO – Professor Adjunto DE
Pontos para as provas
Teoria, História e Linguagem do Cinema
1. Elementos da Linguagem cinematográfica e do audiovisual: características fundamentais;
2. Abordagens teóricas das poéticas do audiovisual: criatividade, invenção e experimentação;
3. Elementos da história do cinema: tradição, escolas e movimentos;
4. Tendências e escolas estilísticas na tradição do cinema documental e ficcional;
5. Teorias do Cinema: principais correntes Processos de Realização de Filmes e Produtos Audiovisuais
1. Aspectos fundamentais da produção e realização de audiovisuais;
2. Logística da produção audiovisual: análise técnica do roteiro, estruturação e formação da equipe técnica;
3. Teoria da Montagem e da Edição de Produtos Audiovisuais;
4. Fotografia: registro, edição e estilo;
5. Produção Audiovisual e Tecnologias Digitais
Maiores Informações consultar:
Publicado por Fausto Junior em 27 Out 2008 | sob: Notícias
Na próxima sexta-feira, 31, será lançado na salas comerciais Cascalho, primeiro longa de ficção do cineasta baiano Tuna Espinheira.
A pré-estréia acontece nesta terça,28, para convidados no Multiplex Iguatemi. No elenco estão Harildo Déda, Othon Bastos, Jorge Coutinho, Wilson Melo, Irving São Paulo, Lucio Tranchesi.
O filme é baseado no livro homônimo do romancista baiano Herberto Sales e foi filmado na Chapada Diamantina. A história se passa na década de 1930, nos últimos momentos da era de colheita de diamante.
Publicado por Fausto Junior em 27 Out 2008 | sob: Eventos

O Bahia e Todos os Filmes está de volta integrando as semanas temáticas do grupo Imagens: Cinema na UEFS. Para este mês, o Bahia comparece na SEMANA ANIMADA, no dia 29 de outubro de 2009, com animações exclusivamente baianas, comemorando durante toda a semana o Dia Internacional da Animação.
A sessão acontecerá às 17:30, numa quarta-feira, na sala de projeção da Biblioteca Central, no campus universitário da UEFS, em Feira de Santana-BA. São 40′ de animações baianas, mais 20 minutos de debate acerca do mundo da animação baiana, não perca!!!
Abaixo segue a programação do Bahia de Todos os Filmes:
29/10 – Programa I: BahiAnimada (Bahia de Todos os Filmes)
10 títulos
Duração aproximada: 60’
Horário: 17h30’
Filmes:
- Concerto nº.1 para Celular e Orquestra (BA-Brasil, 2004, animação, Cor, 2′10”), de Fausto Júnior
- Iraque (BA-Brasil 2003, animação, Cor, 25′’), de Fausto Júnior
- Z0oV1rus (BA-Brasil 2005, animação, Cor, 4′05′’), de Fausto Júnior;
- Vida de Mosca (BA-Brasil), Oficina de Animação Vida de Mosca;
- Fingindo Que Não Tá, (BA-Brasil, 2005, Vídeo-Clip / animação, 4’), de Péricles Palmeira;
- Vai e Vem na Bahia (BA-Brasil, 2006, animação, Cor, 2′30′’), pelo Grupo AU de Animação;
- BahiAnimada (BA-Brasil, 2006, animação, Cor, 5’), de Caó Cruz Alves
- Caçadores de Saci (BA-Brasil 2006, animação/vídeo, Cor, 13′), de Sofia Federico.
Bahia de Todos os Filmes: valorizando o cinema baiano.
Aloma Galeano
Bahia de Todos os Filmes
Imagens: Cinema na UEFS
(75) 8105-4689/ (75) 3624-5064
Publicado por Fausto Junior em 25 Out 2008 | sob: Notícias
- O curta Meninos, dirigido por Ernesto Molinero e produzido pela Plano 3 Cinema e Vídeo, recebeu Mención Especial del Jurado Jóven, no 5º Festival Ibero-Americano de Cortos, em Buenos Aires.
- O Guarani, documentário de Cláudio Marques e Marília Hughes, e O Bombardeio de Salvador, de Cláudio MArques, participam da 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e recebe prêmio de melhor montagem no VIII Festival Internacional de Cinema de Arquivo, no Rio de Janeiro.
- A Infância de Anastácia, de Cláudio Marques e Marília Hughes, foi selecionado para o 5º Festival Internacional da Infância e da Juventude, em Brasília; para o 15º Vitória Cine Vídeo, e; para Janela Internacional de Cinema do Recife.
- Descontínuos, produzido pela Draco Imagens, foi selecionado para a 3ª Mostra Competitiva Curtas Fantásticos, em São Paulo.
Publicado por Fausto Junior em 22 Out 2008 | sob: Eventos
Na próxima terça-feira, 28 de outubro, comemora-se o D.I.A. - Dia Internacional da Animação.

Foi nesta data que, em 1892 que Émile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi a primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) no mundo. Foi para comemorar esta data que a Associação Inernacional do Filme de Animação (ASIFA) lançou o evento, contando com o apoio de diferentes grupos internacionais filiados. Em 2008 o Dia Internacional da Animação está sendo realizado em 51 países.
No Brasil o evento é organizado pela Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), e este ano vai acontecer simultaneamente em 150 cidades.
Na Bahia vai acontecer em Salvador, Juazeiro e Porto Seguro.
Veja a programação de animações nacionais.
ENTRADA FRANCA
D.I.A. em Salvador
Multiplex Iguatemi, Sala 4
(pegar ingressos gratuitamente na bilheteria., até lotação da sala)
Sala Alexandre Robatto - Subsolo da Biblioteca Pública
Rua General Labatut, 27, Barris
DIA 28 DE OUTUBRO DE 2008, INICIO às 19h30 min, TÉRMINO 21h 30 min
MOSTRA DE CURTAS METRAGENS DE ANIMAÇÃO NACIONAL - 1 h duração
MOSTRA DE CURTAS METRAGENS DE ANIMAÇÃO INTERNACIONAL - 1 h duração
Veja os filmes que serao exibidos através do site: www.diadanimacao.com.br
Coordenação Local: CandidaLuz Liberato
Telefone: 71 3367-0897 , 71 9104-1462, skype candidaluzliberato
E-mail: candidaluz@candidaluz.com.br
D.I.A. em Juazeiro-BA
A exibição em Juazeiro/BA será em praça pública e o evento será o marca para lançamento da 2ª edição do Festival Nacional de Curtas-Metragens do Vale do São Francisco - VALE CURTAS, que acontecerá de 01 a 08/11/2008.
Local: Praça da Bandeira
Endereço: Centro /Juazeiro /Bahia
Horário: 19h30
Coordenação Local: Chico Egídio
Telefone: (74) 3611.4958 / (87) 8822.4150 / (87) 8811.6346
E-mail: chicoegidio@yahoo.com.br
D.I.A. em Porto Seguro
Programação
16:30 h – Mostra Cinema de Animação Infantil
18:00 h – Debate com Carlos Pasini (Cineasta e membro da European Film Academy / EFA) e Juca Fonseca (Coordenador Geral do Arraial Cine Fest). Pauta: a Produção Audiovisual, a Produção Cultural e Políticas Públicas.
19:30 h – Mostra Dia Internacional da Animação
Local: Casa de Festa
Endereço: Quadrado s/n - Trancoso - Porto Seguro
Horário: A partir das 16h30
Coordenação Local: Juca Fonseca
Telefone: (73) 9971-6635
E-mail: arraialacinefest@gmail.com
Publicado por Fausto Junior em 20 Out 2008 | sob: Notícias
Foto: Maria Luiza Barros | Divulgação

Fonte: A Tarde on Line: www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=986234
Único desenho animado baiano presente na mostra competitiva nacional do Granimado, A Bruxinha Lili conquistou Menção Honrosa na terceira edição do festival, um dos dos mais respeitados do gênero, no país.
O curta, dirigido por Leonardo Copello e com roteiro, design e assistência de direção de Ducca Rios, foi contemplada na Mostrinha de Animação Infantil do Granimado, encerrado domingo último, em Gramado (RS). Vinte e uma produções para crianças estavam na disputa. Os resultados estão disponíveis no www.granimado.com.br.
Pela importância, o Granimado foi escolhido pelo Ministério da Cultura para o anúncio do Programa Nacional de Desenvolvimento da Animação Brasileira. Para o ministro baiano Juca Ferreira, “a animação é a área mais promissora da indústria audiovisual a médio e longo prazo e já é a mais rentável”.
A idéia dos realizadores é divulgar o desenho animado feito no Brasil em TVs, computadores, celulares. “O incentivo para a animação é importante, já que as dificuldades para quem atua na área são grandes”, considera Ducca Rios.
Agenda - A Bruxinha Lili agora parte para outros festivais. Está na seleção da Mostra de Curtas-Metragens da 1ª Feira Nacional do Livro de Jaguariúna, região metropolitana de Campinas, de 22 a 26 de outubro, e participa da 4ª Mostra de Curtas de Ourinhos, São Paulo, de 3 a 8 de novembro.
Em Salvador, a produção é uma das atrações do V Festival de Cinema de Arte de Salvador, até o dia 23 deste mês. Animação com 5 minutos, A bruxinha Lili - única no Brasil selecionada pelo Programa Oi de Patrocínios Culturais 2007 – já participou em 2008 da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (em junho/julho) e do 19º Festival Internacional de curta-metragens de São Paulo (agosto).
A produção, com narração do cantor e compositor Durval Lelys, foi realizada pelo programa Fazcultura, do Governo do Estado da Bahia, baseada em livro homônimo de Catarina Andrade.
Publicado por Fausto Junior em 20 Out 2008 | sob: Notícias
6ª Edição do Festcine Amazônia – Festival de Cinema e Vídeo Ambiental.
Foram selecionados três obras da Bahia:
- O Guarani, documentário de Claúdio Marques e Marília Hughes
- Trilha Ecológica, animação de Fausto Junior
- Dreadlokos, animação de Fausto Junior & Williams Barreto
3º Cine Gate’s – Festival de Curtas - Brasilia
Três representantes baianos:
- Visita Íntima: Revista corporal, de Isaac Donato (experimental)
- A Lenda da Lagoa Vermelha, de Eutímio Carvalho (ficção)
- O Artesão dos Sonhos, de Petrus Pires & Paulo Herminda (documentário)
Brazilian Film Festival of Toronto
Entre os 13 filmes brasileiros selecionados para a Mostra Competitiva de Curtas está:
- 10 Centavos, de Cesar Fernando
Entre as 10 animações brasileiras selecionadas para a Mostra Up to 3′ (animações de até 3 minutos):
- Concerto Nº 1 para Celular e Orquestra, de Fausto Junior
15º Vitória Cine Vídeo
- Alfavela Deltaville, de Caio Araujo (Vídeo Arte)
- A Infância de Anastácia, de Cláudio Marques e Marília Hughes (Documentário)
- O Artesão de Sonhos, de Petrus Pires e Paulo Hermida (Documentário)
- Pornographico, de Paula Gomes e Haroldo Borges (Ficção)
Publicado por Fausto Junior em 18 Out 2008 | sob: Notícias

O Ressonar é um festival de arte livre sem fins lucrativos produzido por diversos grupos de artistas, empresários, ambientalistas e realizadores que juntando seus ideais e fantasias decidiram criar um evento com o objetivo de incentivar, promover, integrar e educar a comunidade através dos diferentes tipos de arte.
O festival está projetado para acontecer nos dias 06, 07 e 08 de Novembro (qui, sex e sab) de 2008 e segue uma ética sócio-ambiental somente alcançada por poucos festivais em paises do primeiro mundo. Como parte do processo educativo o Ressonar não permitirá a venda de bebidas alcólicas dentro do limite do festival, assim como o consumo de carne - e os participantes serão encorajados a trazerem seus própios pratos e copos – reduzindo dessa forma a produção lixo.
De forma única na história da Chapada Diamantina o Ressonar 2008 é o primeiro evento a reunir dezenas de profissionais de diversas áreas doando seus trabalhos.

A programação está divida em 5 ambientes:
Largo, Mangueira , Casulo , Cine Caverna , Buddha Hall.
Inscrições até 22 de outrubro.
Publicado por Fausto Junior em 17 Out 2008 | sob: Notícias
A Jornada Internacional de Cinema da Bahia ganha mais um reconhecimento internacional. Recebe no dia 25 de Outubro o Prêmio Roberto Rossellini concedido pelo Festival de Cinema de Maiori, na Itália.
O Prêmio Roberto Rossellini é concedido desde 1999 durante a realização do Festival de Cinema de Maiori, cidade da costa Amalfina, onde Roberto Rossellini realizou vários dos seus filmes, entre os quais L’amore e Paisá.